Fusco Lusco

sexta-feira, março 12, 2010

Quarteto Arabesco em Alter do Chão

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domingo, fevereiro 28, 2010

Masterclass em Évora

 
Dias 13 e 14 de Março
 Masterclass organizada pelo
Departamento de Música Antiga da Universidade de Évora.

António Carrilho - flauta de bisel
Orlanda Velez Isidro - canto
Iskrena Yordanova - violino barroco
Massimo Mazzeo - viola barroca e música de câmara
Diana Vinagre - violoncelo barroco
Javier Aguirre - viola da gamba
Miguel Jalôto - cravo e baixo continuo

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segunda-feira, janeiro 19, 2009

Workshop de Voz e Expressão Individual



A voz como via de desenvolvimento do potencial perceptivo, expressivo e criativo de cada um
LUCIA LEMOS
14 e 15 de Fevereiro de 2009
Carcavelos 10h-17.30h
Informações e inscrições
Rita Bagulho. Tm: 91 814 09 07

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terça-feira, março 18, 2008

Concerto de Páscoa

22 de Março, 18h00, Santuário do Senhor da Pedra, Óbidos
23 de Março, 15h00, Auditório Paulo VI, Fátima

Orquestra Filarmonia das Beiras com o Coro Regina Coeli de Lisboa,
Isabel Nogueira (soprano), Alexandra Calado (contralto), Carlos Nogueira (tenor),
Armando Possante (barítono),
direcção de Paulo Lourenço.


Programa:
1ª Parte: Oratória de Páscoa, BWV 249 - Bachintervalo
2ª Parte: Cantata No.140, "wachet auf, ruft uns die stimme" - Bach
5 Mystical Songs - Vaughan Williams

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Recital a não perder


Recital de Flauta de Bisel e Guitarra

Mafalda Gonçalves - flauta de bisel
Gonçalo Gouveia - guitarra

20 de Março de 2008 22h00

Capela do Espírito Santo dos Mareantes Sesimbra
Rua Cândido dos Reis, nº 17, Sesimbra

obras de: Duarte, Giuliani, Linde, Torroba

entrada livre


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Quarteto Arabesco


concerto do Quarteto Arabesco

quarta-feira 19 de Março, pelas 21h

Igreja de Santa Maria, em Óbidos


interpretará o Requiem de Mozart numa versão para quarteto de cordas de 1810 por P. Lichtenthal, recentemente redescoberta.

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quinta-feira, março 06, 2008

Um concerto a não perder


7 de Março de 2008 sexta-feira 21h30 Instituto Superior de Agronomia - Salão Nobre Tapada da Ajuda Lisboa
[Entrada Livre]
A NOL apresenta o espectáculo INFLUÊNCIAS que reúne contaminações de vários géneros e épocas, de Monteverdi ao Rock. Músicas novas no seu tempo, ouvidas na pequena sala do palácio, no teatro ou num palco com instrumentos electrónicos. A Música é hoje resultado do poderoso fluxo de informação que nos percorre vindo de outros locais e tempos. A NOL está inevitavelmente nesse caminho. No encantador espaço da Tapada da Ajuda, com vista sobre o Tejo, oferecemos ao público, na compra do programa de sala, um cálice de Vinho do Porto.

Ana Sofia Santos, Aline Santos - flautas
Ruben Jacinto - clarinete
Hélder Alves, Diana Catarino - saxofones
Élio Araújo - fagote
Gonçalo Gouveia - guitarra
Rui Cristão, Joana Teodoro - violinos
Ana Tojal - violeta
João Paes - violoncelo
Pedro Sousa - contrabaixo
Manuel Durão - direcção
Gonçalo Gato, Sofia Borges, Tiago Derriça, Carla Louro e Pedro Sousa - arranjos musicais, conceito
Sara Gaspar, Pedro Cabeleira, Vera Rita - concepção gráfica

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terça-feira, fevereiro 19, 2008

Ópera no CCB

O grupo Músicos do Tejo apresenta a ópera cómica La Spinalba ou o velho doido, escrita em 1739 por Francisco António de Almeida, sendo apresentada no CCB dias 22 e 23 de Fevereiro pelas 21h.

"La Spinalba ovvero il vecchio matto", 1739
Ópera em III actos de Francisco António de Almeida (1702-1755)

Direcção | Marcos Magalhães
Concertino | Luís Otávio Santos
Orquestra Os Músicos do Tejo


A ópera será legendada em português.

Os Músicos do Tejo dedica-se à música do período entre os séculos XVI e XVIII, com o objectivo de potenciar a maturidade que o movimento da música antiga em instrumentos originais está a alcançar em Portugal e a dirigi-lo para um trabalho livre de fórmulas já garantidas.

Francisco António de Almeida (1702-1755), autor da primeira ópera representada em Portugal, "La Pazienza di Socrate" (1733), estreou a ópera cómica "La Spinalba ou o Velho Doido" em 1739, nos Paços da Ribeira. Foi um dos jovens compositores a quem o rei D. João V financiou os estudos em Roma, para onde foi em 1722, e ali foi muito elogiado pelas composições para concertos e música sacra. "La Spinalba ovvero il Vecchio Matto" revela um estilo elegante e expressivo que acentua mais o carácter sentimental do libreto do que a sua vertente cómica.

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quinta-feira, fevereiro 14, 2008

Ian Curtis


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segunda-feira, fevereiro 04, 2008

Indignação

Proponho que leiam este post do blog Neofarpas:

AQUI

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terça-feira, janeiro 22, 2008

Consort Português Mal Temperado

A Imagem da Melancolia realizará entre
29 de Janeiro e 5 de Fevereiro um ciclo de oito concertos inseridos no
projecto O Consort Português Mal Temperado.

As datas e locais dos concertos são os seguintes:

29 Janeiro, 21h30, Museu de Aveiro
30 Janeiro, 19h30, Auditório da Academia de Música de Paços de Brandão
31 Janeiro, 21h30, Sé Catedral de Braga
1 Fevereiro, 21h30, Póvoa de Varzim - Igreja da Misericórdia
2 Fevereiro, 21h30, Igreja Matriz de Esposende
3 Fevereiro 17h00, Coimbra - Sala do Capítulo da Igreja de St. Cruz
4 Fevereiro 21h30, Lisboa - Igreja Anglicana de S. Jorge
5 Fevereiro 21h30, Porto - Igreja de S. João da Foz

O projecto O Consort Português Mal Temperado é uma co-produção d' A Imagem
da Melancolia e da Norte do Sul - associação para a promoção e
desenvolvimento da cultura.

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terça-feira, dezembro 04, 2007

Darfur

ARTISTAS PORTUGUESES PORDARFUR
"Frágil... é um dos inéditos que integram esta Colectânea de Artistas Portugueses, um cd-duplo editado pela Campanha porDarfur e cuja totalidade das receitas se destinam à ajuda humanitária, das vítimas da fome, da guerra e do genocídio em Darfur, Sudão.
A iniciativa Artistas Portugueses porDarfur reúne 28 artistas/grupos, será apresentada publicamente, quarta-feira dia 5, no âmbito da Conferência da Campanha Por Darfurque trará a Lisboao Prémio Sakharov 2007, o advogado sudanês Salih Mahmoud Osman e contaráainda com a honrosa presença do Bispo Auxiliar de Cartum, D. DanielKunt, em visita ao nosso País, entre muitas outras personalidades portuguesas convidadas para o efeito.

A iniciativa - Artistas Portugueses PorDarfur tem já agendadas mais duas acções públicas de sensibilização e apresentações da colectânea Frágil, designadamente na
FNAC do Norte Shopping(dia 7 Dezembro, às19h) e na
FNAC do ForumCoimbra (dia 12 Dezembro, às 21h).

Todas as receitas resultantes da venda do CD duplo e donativos recolhidos revertem para projectos humanitários de ajuda às populações do Sudão."
Toda a informação em www.pordarfur.org

Se estiverem perto não deixem de passar num dos três locais!

Colaborem e divuguem!

Darfur...agradece-vos!

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domingo, dezembro 02, 2007

Ópera "W"

O interesse do tema decorre especialmente da obra de Walter Benjamin, o homem concreto que pensou o regime das imagens, da arte, da técnica, da literatura; o cinema; o das grandes cenografias públicas (as arcadas, as cidades); a ilusão (nomeadamente com as suas experiências com drogas), a modernidade, o estético e o político...Walter Benjamin morreu na fronteira franco-espanhola, em Port Bou, depois de se juntar a um grupo de refugiados que tentam escapar à perseguição nazi. As circunstâncias e a data da sua morte não são claras. Terá acontecido quando Benjamin chega a Port Bou e é (ou supôs ter sido) ameaçado, pelos funcionários da fronteira espanhola, de ser reenviado para França onde seria entregue à Gestapo. Convencido que tinha falhado a sua tentativa de atingir Lisboa para chegar aos EUA (juntando-se a outros refugiados alemães famosos, como Adorno, Horkheimer, Schoenberg, Brecht, Thomas Mann, Kurt Weill), Benjamin, nessa noite, no Hotel De Francia, ter-se-á suicidado tomando vários comprimidos de morfina e terá falecido a 27 (ou 28) de Setembro de 1940.O fio narrativo convocado para este projecto centra-se no essencial deste episódio: um homem (qualquer homem) foge para a liberdade, mas morre (suicida-se?) antes de o conseguir, literalmente a poucos quilómetros de ser livre, numa espécie de desistência existencial perante a possibilidade de ser entregue aos seus perseguidores:Quase em Lisboa. Quase refugiado nos EUA. Quase livre. Uma decepção trágica da história concentrada num homem.Seguimos o homem que protagonizou uma tal morte e que é transformado em W, personagem cujo destino o público conhece previamente. Destino que é acentuado na tragédia de um «quase», pela possibilidade não cumprida. Ora, este «quase» é, também, na leitura proposta por esta ópera, um traço biográfico da personagem real e do seu pensamento fragmentado.Ciente da incompletude, o homem que pensou as «passagens» ficou do lado de fora da «porta», no seu «limiar», fazendo cair sobre a sua própria existência a coragem de uma hesitação.Morreu. Abstendo o pensamento de mais pensar. Aceitando um caminho com um sentido único.
josé júlio lopes


Música e Libreto José Júlio Lopes

Dramaturgia Paula Gomes Ribeiro

Apoio dramatúrgico Filomena Molder

Electrónica Carlos Caires

Vídeo Rosa Coutinho Cabral, José Júlio Lopes e Carlos Caires

Figurinos Rita Lopes Alves


OrchestrUtopica

Direcção musical Tapio Tuomela
CULTURGEST - 13,14 e 15 de Dezembro - Grande Auditório

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segunda-feira, novembro 12, 2007

Pronta Pra Cantar

I'm on the top of the mountain
Beyond despair and bliss
Facing the abiss
The center of my will
Is like a motionless wing
I stand stillI'm ready to sing
I'm ready to sing

Love's given me more than I dreamt of
Love's taken it all
From summer to fall
But now I'll keep forever
What I have learned from spring
Hear my call
I'm ready to sing
I'm ready to sing

Estou no topo do monte
Não rio e não cismo
Fixo o grande abismo
Minha vontade é uma asa parada no ar
Estou aqui pronta pra cantar
Pronta pra cantar

O amor me deu mais do que o sonho
O amor tudo levou
E o outuno chegou
Mas o dom da primavera
Ninguém vai me tirar
Hoje eu estou pronta pra cantar
Pronta pra cantar

Dá-me tua mão quero andar por aí
Quero ver a manhã
Sun shining 'through shades of blue
Veils of dew
Deixa a alegria chegar
Quero ver nova vida
Open skies open my heart

I sing alone in a studio
Canto no sertão
Tape is spinning round
No palco do teatro
Here is my everything
Estou no ar
I'm ready to sing
Pronta pra cantar
I'm ready to sing

Maria Bethânia e Nina Simone
Composição: Caetano Veloso

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segunda-feira, outubro 22, 2007

Requiem


Dia 28 de Outubro, pelas 21.30 h
Teatro Virgínia
Torres Novas

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domingo, outubro 21, 2007

Presente distante 4


Um pouco de música ...

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domingo, outubro 14, 2007

Os pássaros

Os pássaros não têm público mais inteligente do que os pássaros, porque eles não têm nenhum preconceito. Eles não escutam coisa ruím. Eles estão lá no mato, inclusivé estão agora até nas cidades . Agora as cidades que têm árvores, eles estão dando uma aula de vida para as pessoas, o bem da vida, cantando, todos eles cantando. São músicos eternos.

Hermeto Pascoal, entrevista com Carlos Vaz Marques

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segunda-feira, outubro 08, 2007

Auditu

A prestigiada discoteca da cidade de Leiria está de parabéns. Comemora este mês o seu vigésimo aniversário.
Sou cliente assídua desde a sua abertura...
Um espaço que prima pela excelência profissional e muita simpatia.
Felicidades musicais.

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domingo, setembro 30, 2007

Salão Nobre do Conservatório Nacional


Foi neste Salão que Guilhermina Suggia, em 25 de Março de 1901, tocou pela primeira vez em Lisboa, integrada no Quarteto Moreira de Sá.

Desde os anos 40 do século passado que não se têm efectuado obras no Salão Nobre do Conservatório Nacional, e 62 anos de constante utilização para concertos, audições e aulas deixaram as suas marcas, encontrando-se actualmente o Salão Nobre com um dos balcões laterais suportado por varões de ferro (para não cair), um número considerável de cadeiras totalmente destruídas, tectos com buracos, cortinas rasgadas, camarins em precárias condições, etc. Enfim num adiantado estado de degradação que ameaça chegar ao ponto de não retorno.
Como se trata de um equipamento cultural indispensável não só para as actividades do Conservatório Nacional mas também como pólo dinamizador não só do Bairro Alto mas de toda a cidade de Lisboa, desde há anos que, insistentemente, se reclama, aos organismos competentes, obras!, tendo mesmo sido publicado concurso público para esse efeito (DR - 3ª Série nº 239 de 15/12/2005 – Recuperação do Salão Nobre, galeria, palco, sub-palco, salas de apoio e cobertura-1ª fase - empreitada 135/05); o qual, no entanto, viria a ser subitamente cancelado (!) , não se sabendo até à data as razões desse cancelamento.

O salão Nobre do Conservatório Nacional com os seus magníficos tectos Malhoa não poderá aguentar mais tempo sem obras de recuperação.
É preciso salvá-lo sob pena de estarmos a pactuar num crime de lesa-património.
E é isso que acabamos de pedir em nesta nossa petição:http://www.gopetition.com/online/14127.html , que esperamos sensibilize os nosso governantes, locais e nacionais e seja retomado o concurso público em má hora cancelado (DR-3ª Série Nº 239 de 15/12/2005).
Assine-a e divulgue, s.f.f.

Antecipadamente gratos, subscrevemo-nos com os nossos melhores cumprimentos
Paulo Ferrero, Virgílio Marques e Júlio Amorim

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quarta-feira, setembro 26, 2007

About a fuge

So you want to write a fugue.
You got the urge to write a fugue.
You got the nerve to write a fugue.
So go ahead, so go ahead and write a fugue.
Go ahead and write a fugue that we can sing.
Pay no heed,
Pay no mind.
Pay no heed to what we tell you,
Pay no mind to what we tell you.
Cast away all that you were told
And the theory that you read.
As we said come and write one,
Oh do come and write one,
Write a fugue that we can sing.
Now the only way to write one
Is to plunge right in and write one.
Just forget the rules and write one,
Just ignore the rules and try.
And the fun of it will get you.
And the joy of it will fetch you.
Its a pleasure that is bound to satisfy.
When you decide that John Sebastian
must have been a very personable guy.
Never be cleverfor the sake of being clever,
for the sake of showing off.
For a canon in inversion is a dangerous diversion,
And a bit of augmentation is a serious temptation,
While a stretto diminution is an obvious allusion.
For to try to write a fugue that we can sing.
And when you finish writing it
I think you will find a great joy in it.
or so...
Nothing ventured, nothing gained they say
But still it is rather hard to start.
Well let us try right now.
Now we are going to write a fugue.
We are going to write a good one.
We are going to write a fugue ... right now.

Glen Gould

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